Programação do Cinema de Ouro Preto

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De 08/07/2008 a 27/07/2008


Caderno de Cinema do Festival de Inverno 2008

Programação de Artes Visuais

Curadoria: ComCine UFOP

Mostras, filmes, informações e sinopses

 

 

Mostra: A Metrópole e o Sertão: 100 anos de morte de Machado de Assis, 100 anos de nascimento de Guimarães Rosa

Que o cinema e a literatura sempre andaram de mãos dadas já deixou de ser novidade. Mas os modos de uma arte refletir outra é que são infinitos, como são inumeráveis as formas em que essas artes se irmanam. O fato de os cem anos de nascimento de Guimarães Rosa coincidirem com os cem anos da morte de Machado de Assis abre-se como uma oportunidade dupla para que o cinema também participe das homenagens que são prestadas a esses dois grandes escritores que sempre inspiraram cineastas e documentaristas em todas as épocas. Com alguns filmes que têm por base a obra desses dois escritores, mostramos alguns modos de a imagem se realizar a partir do campo literário.

 

Cine-Teatro Vila Rica – Ouro Preto – 17h

 

Dia 09, quarta-feira

Um Apólogo, Machado de Assis (de Humberto Mauro - Brasil, 1939, fic, pb, 15 min.)

Realizado por ocasião do centenário de nascimento de Machado de Assis, o filme faz uma breve biografia do escritor e dramatiza o célebre apólogo da agulha e da linha, que discutem sobre qual é mais importante.

Seguido de comentário do professor José Marcos

 

Dia 10, quinta-feira

Memórias póstumas: Brás Cubas (de André Klotzel - Brasil, 2000, fic, cor, 102 min.)

Após sua morte em 1869, Brás Cubas decide narrar suas memórias e revisitar os fatos mais marcantes de sua vida. E adverte: "A franqueza é a primeira virtude de um defunto". Abordando o cotidiano ou acontecimentos nacionais, na vida ou na morte, Brás Cubas alterna ironia e amargura, melancolia e bom-humor sem perder a leveza. Adaptação do clássico de Machado de Assis.

 

Dia 11, sexta-feira

Noites do Sertão (de Carlos Alberto Prates Correia - Brasil, 1984, fic, cor, 100 min.)

Baseado em "Noites do Sertão" de Guimarães Rosa, o filme rodado no sertão mineiro foi ambientando nos anos 40 e 50. A história gira em torno de Lalinha, que, separada do marido, vai para a fazenda do ex-sogro passar uma temporada. A chegada da jovem na fazenda muda a rotina do local, despertando estranhas emoções nas pessoas que vivem na pacata fazenda.

 

Dia 12, sábado

Cabaret Mineiro (de Carlos Alberto Prates Correia - Brasil, 1980, fic, cor, 75 min.)

Durante viagem de trem pelo norte de Minas, Paixão, elegante aventureiro, encontra várias mulheres que se tornam amores passageiros, misturando realidade e devaneios. O filme não é uma adaptação de Guimarães Rosa, mas faz citação a um de seus contos.

 

 

Salão São João del Rei – Centro de Artes e Convenções da UFOP – Ouro Preto – 21h30min

 

Dia 10, quinta-feira

Chefes e outros (de Anita Leandro - Brasil, 2007, fic, cor, 45 min.)

Lá onde Guimarães Rosa viveu sua infância, os contadores de histórias do Grupo Miguilim narram passagens de Grande Sertão: Veredas. Falam dos chefes: Medeiro Vaz, Hermógenes… e dos outros: Diadorim, Riobaldo, Sô Candelário, Compadre Quelemem… O Grupo Miguilim foi criado em Cordisburgo, a terra natal de Guimarães Rosa, por Calina Guimarães e hoje é dirigido por Elisa Almeida e Dôra Guimarães.

 

Dia 11, sexta-feira

Lélio e Lina (de Anita Leandro - Brasil, 2007, fic, cor, 70 min.)

Lélio é jovem e solitário. Ele ama as mulheres. Lina, ou Rosalina, ja foi rosa. Hoje, ela esta na desflôr. Mas eles se amam. O que fazer? A beira do córrego, o Grupo Miguilim, formado por jovens de 11 a 17 anos contadores de histórias, conta os amores proibidos de Lélio e a sabedoria anciã de Lina.

 

 

 

Mostra: O Povo Brasileiro (da obra de Darcy Ribeiro)

Em "O Povo Brasileiro", o antropólogo Darcy Ribeiro nos conduz pelos caminhos da nossa formação como povo e nação. Afinal, quem são os brasileiros? Que matrizes nos alimentaram? Que traços nos distinguem? Os programas discutem a formação dos brasileiros, sua origem mestiça e a singularidade do sincretismo cultural que dela resultou. Com imagens captadas em todo o Brasil, material de arquivo raro, depoimentos de Antonio Cândido, Luis Melodia e Antonio Risério, entre outros, e a participação especial de Chico Buarque e Tom Zé, os dez programas da série discutem nossas origens, nossos percursos históricos, nossos temas e problemas, nossas perspectivas de futuro.

 

Anexo do Museu da Inconfidência – Ouro Preto – 19h

 

Dia 09, quarta-feira

Matriz Tupi (de Isa Grinspum Ferraz - Brasil, 2000, doc, cor, 26 min.)

No documentário que abre a série, Darcy Ribeiro pergunta: "Antes do Brasil existir, como podia existir o mundo? O Brasil nasce sob o signo da Utopia". O programa reconstrói o universo dos povos Tupi antes da chegada dos portugueses, através de imagens de povos indígenas brasileiros extraídas de dezenas de arquivos brasileiros e estrangeiros.

 

Dia 10, quinta-feira

Matriz Lusa (de Isa Grinspum Ferraz - Brasil, 2000, doc, cor, 26 min.)

"Esse navio, essa criação, é mais importante que uma nau, dessas espaciais..." Assim Darcy Ribeiro fala das caravelas que permitiram aos portugueses dar início à globalização do planeta. O segundo documentário da série reconstrói o sofisticado universo dos portugueses às vésperas das viagens de exploração das fronteiras do Desconhecido.

 

Dia 11, sexta-feira

Matriz Afro (de Isa Grinspum Ferraz - Brasil, 2000, doc, cor, 26 min.)

"Toda a cultura brasileira está impregnada da herança africana. Sua presença fez quase tudo o que aqui se fez", diz Darcy Ribeiro neste programa que fala do conjunto das culturas negro-africanas que estão na base de nossa formação. O documentário nos faz conhecer a força, o requinte e a sofisticação dos bantos, haussás, jejes e yorubás que atravessaram o Atlântico no maior movimento de migração compulsória de que se tem notícia.

 

Dia 15, terça-feira

Encontros e desencontros (de Isa Grinspum Ferraz - Brasil, 2000, doc, cor, 26 min.)

Neste documentário, Darcy Ribeiro reflete sobre os encontros e desencontros, no território hoje brasileiro, das nossas três grandes matrizes, e do início da aventura chamada Brasil. "Povo novo é como o Brasil, é um gênero novo. Um povo mestiço na carne e no espírito e, como tal, herdeiro de todas as taras e talentos da humanidade."

 

Dia 16, quarta-feira

Brasil Crioulo (de Isa Grinspum Ferraz - Brasil, 2000, doc, cor, 26 min.)

"Negro era como carvão; um saco de carvão acabou, você compra outro...", diz Darcy Ribeiro no início deste que é o primeiro dos cinco programas sobre os Brasis. O documentário põe em perspectiva a região cultural que ele chama de crioula – Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco, Maranhão, região fortemente marcada pela presença negra.

 

Dia 17, quinta-feira

Brasil Sertanejo (de Isa Grinspum Ferraz - Brasil, 2000, doc, cor, 26 min.)

No documentário sobre mais esta região cultural do Brasil, Darcy Ribeiro comenta: "Qualquer vaqueiro sabe, de experiência própria, quanto contrastam as facilidades disponíveis para socorrer a um touro empestado com as dificuldades que encontra para medicar um filho enfermo".

 

Dia 18, sexta-feira

Brasil Caipira (de Isa Grinspum Ferraz - Brasil, 2000, doc, cor, 26 min.)

O documentário investiga as origens e as transformações pelas quais passou o chamado "mundo caipira". Nele, Darcy Ribeiro fala sobre os bandeirantes, a caça aos índios e ao ouro, o surgimento e a descaracterização desta região cultural brasileira. 

 

Dia 21, segunda-feira

Brasis Sulinos (de Isa Grinspum Ferraz - Brasil, 2000, doc, cor, 26 min.)

Neste documentário, Darcy Ribeiro nos fala não de um, mas de três brasis sulinos: o dos índios Guaranis e das Missões Jesuíticas; "o dos ilhenhos, que Portugal mandou buscar para pôr uma presença portuguesa lá. E dos gringos, a gringalhada que caiu lá, como uma onda".

 

Dia 22, terça-feira

Brasil Caboclo (de Isa Grinspum Ferraz - Brasil, 2000, doc, cor, 26 min.)

"A Amazônia é o Jardim da Terra". Assim Darcy Ribeiro abre o programa convidando-nos a conhecer e a compreender melhor a formação e as características desse mundo, que é o caboclo. Mundo dos índios, das águas e do microship. De Chico Mendes e da Zona Franca de Manaus.

  

Dia 23, quarta-feira

Invenção do Brasil (de Isa Grinspum Ferraz - Brasil, 2000, doc, cor, 26 min.)

"Nós temos que inventar o Brasil que nós queremos!", afirma Darcy no último programa da série. Programa que nos faz refletir sobre as utopias que, desde o início, nos acompanham em nossa trajetória: da idéia dos Tupis de uma terra sem males, passando pelo ideal medieval de um Paraíso Terreal, até o projeto contemporâneo de um Brasil viável que ainda vai florescer.

 

 

 

Mostra: Silvio Tendler: três momentos de transformação

Três momentos históricos observados pelo documentarista Sivio Tendler a partir da vida de três importantes pensadores de seu tempo: Castro Alves e a escravidão, Juscelino Kubitschek e a modernização e Milton Santos e a globalização. 

 

Anexo do Museu da Inconfidência – Ouro Preto – 19h30min

 

Dia 09, quarta-feira

Castro Alves – Retrato falado do poeta (de Sílvio Tendler - Brasil, 1998, fic, cor, 75 min.)

O filme é uma ficção com situações de documentário, que recupera a atuação do escritor nas lutas pela proclamação da república e a abolição da escravatura, além de mostrar seu lado apaixonado e até mulherengo. Castro Alves viaja pelo Brasil com suas poesias e seus ideais, passando pela Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. Nessa viagem, o espectador também embarca.

 

Dia 10, quinta-feira

Os anos JK – Uma trajetória política (de Sílvio Tendler - Brasil, 1980, doc, pb/cor, 110 min.)

O filme aborda a história do Brasil: a eleição de JK, o nascimento de Brasília, o sucessor Jânio Quadros que renuncia, a crise política, o golpe militar e a cassação dos direitos políticos de Juscelino. O foco é a trajetória política de Juscelino Kubitschek, o "presidente bossa nova", popular entre os artistas, que propunha aceleração no desenvolvimento do País rumo á modernidade e a ocupação de um lugar entre as potências mundiais.

 

Dia 11, sexta-feira

Encontro com Milton Santos ou o Mundo Global visto do lado de cá (de Sílvio Tendler - Brasil, 2006, doc, cor, 90 min.)

Quando o mundo estava pautado pelo pensamento único da globalização, o professor Milton Santos foi a voz discordante denunciando as perversidades do que chamou de globalitarismo. Este filme apresenta a sua última entrevista, na qual ele traça um painel das desigualdades entre o norte rico e o mundo do sul saqueado, apresentando alternativas e um prognóstico otimista sobre o futuro da humanidade.

 

 

 

 Mostra: Aleijadinho, talentos e mitos de Ouro Preto

Importantes mitos e talentos da histórica Ouro Preto: o personagem Aleijadinho em dois olhares: um de 1978 e outro de 2001, a Inconfidência Mineira vista de um outro ângulo, e a Rebelião de Vila Rica, que traz à tona a revolta estudantil. Cinema, história e realidade, por Joaquim Pedro de Andrade e Geraldo Santos Pereira.

 

Cine-Teatro Vila Rica – Ouro Preto – 17h

 

Dia 13, domingo

O Aleijadinho (de Joaquim Pedro de Andrade - Brasil, 1978, doc, cor, 22 min.)

Documentário sobre a vida e a obra do escultor Antônio Francisco Lisboa. Dos profetas de Congonhas do Campo aos ornatos das Igrejas de Ouro Preto, a paixão e o martírio vividos pelo Aleijadinho são evocados como tributo a um grande criador.

Os inconfidentes (de Joaquim Pedro de Andrade - Brasil, 1972, fic, cor, 100 min.)

Com base nos Autos da devassa, na poesia de Cecília Meireles e também na dos inconfidentes, este filme contesta versões oficiais da história da Inconfidência Mineira, e trata da posição de intelectuais diante da prática de políticas revolucionárias. A obra usa uma narrativa não centrada em Tiradentes, colocando em cena a discussão histórica, mas também lançando um questionamento do papel dos intelectuais e da própria linguagem cinematográfica.

  

Dia 25, sexta-feira

Rebelião em Vila Rica (de Geraldo Santos Pereira - Brasil, 1958, fic, cor, 96 min.)

Sessão homenagem, com a presença do diretor.

Um grupo de estudantes da Escola de Minas e Metalurgia de Ouro Preto rebela-se contra a tentativa de transferência da faculdade para outra cidade e passa a conspirar contra os atos arbitrários do governo. O diretor da faculdade determina o aumento das anuidades e a cobrança dos atrasados devidos pelos estudantes, então seus atos provocam uma onda de revolta em Ouro Preto e até mesmo a tentativa de invasão da Escola de Minas e Metalurgia pelos universitários.

  

Dia 26, sábado

O Aleijadinho - paixão, glória e suplício (de Geraldo Santos Pereira - Brasil, 2000, fic, cor, 100 min.)

Sessão homenagem, com a presença do diretor.

A história do escultor mineiro Antônio Francisco Lisboa, acompanhando sua vida e sua formação artística e cultural. O filme mostra o relacionamento com a escrava Helena, os conflitos políticos com o pai, um arquiteto português, a sua amizade com o inconfidente Cláudio Manoel da Costa e a doença que o deixou deformado, mas não conseguiu impedi-lo de trabalhar. Sua história é narrada em forma de flash-back desde o nascimento, juventude, formação artística e cultural até a vida apaixonada e gloriosa.

 

 

 

Mostra: Curtinhas de Cinema

A emoção de ver pela primeira vez e tomar consciência de que uma imagem pode ter movimento e ainda por cima em tela grande é parte do que a película fílmica pode causar nos primeiros admiradores do cinema. Esta mostra, feita a partir dos programas da Programadora Brasil (central de acesso ao cinema brasileiro), é voltada para o novo público de cinema, que conhecerá curtas e médias metragens que falam sobre a criança e o adolescente, e que também são feitos por eles mesmos, contando sobre o dia a dia de um mundo em constante projeção. Preparem a pipoca!

 

Teatro Sesi – Mariana – 16h

 

Dia 14, segunda-feira

Tema: Crianças e adolescentes protagonistas

Caçadores de saci (de Sofia Frederico - Brasil (BA), 2005, fic, cor, 13 min.)

A chácara da pacata família de Onofre vem sendo assombrada por saci e para resgatar a tranqüilidade, Onofre resolve contratar os serviços do maior caçador de sacis do sertão.

Dona Cristina perdeu a memória (de Ana Luiza Azevedo - Brasil (RS), 2002, fic, cor, 13 min.)

Um menino de 8 anos descobre que sua vizinha de 80 sempre conta histórias diferentes sobre a sua vida, seus parentes e os santos do dia. Então acredita que pode ajudá-la a recuperar a memória.

Maré capoeira (de Paola Leblanc - Brasil (RJ), 2005, doc, cor, 15 min.)

Maré é um menino de dez anos que sonha ser mestre de capoeira como seu pai, dando continuidade a uma tradição familiar que atravessa várias gerações.

Paisagem de meninos (de Fernando Severo - Brasil (PR), 2003, fic, cor, 25 min.)

Numa cidade do interior do Brasil, nos anos 30, cinco meninos tentam superar um grande obstáculo que pode impedi-los de assistir ao último capítulo do seriado de aventuras preferido, ansiosamente aguardado durante semanas.

  

Dia 22, terça-feira

Tema: Animações

Alma carioca - um choro de menino (de William Côgo - Brasil (RJ), 2002, fic, cor, 5 min.)

Um menino que vive na zona portuária do Rio na década de 20 e testemunha o surgimento do Choro, quando encontra os grandes mestres pioneiros deste estilo musical puramente carioca.

Disfarce explosivo (de Mário Galindo - Brasil (SP), 2000, fic, cor, 7 min.)

Juca Piau cria galinhas em seu pequeno sítio para vender na vila próxima. Um dia, duas delas se recusam ser vendidas usando vários disfarces para enganar o dono.

Historietas assombradas (para crianças malcriadas) (de Victor-Hugo Borges - Brasil (SP), 2005, fic, cor, 15 min.)

Três histórias que sua avó não contou, senão você ia fazer xixi na cama.

Isabel e o cachorro flautista (de Christian Saghaard - Brasil (SP), 2004, fic, cor, 14 min.)

Isabel mora na praia e tem uma ligação especial com o mar. No dia da festa de Iemanjá, um cachorro pega a flauta de Isabel e foge, iniciando uma aventura no fundo do mar.

Mitos do Mondo: como surgiu a noite? (de Andrés Lieban - Brasil (RJ), 2005, fic, cor, 6 min.)

Baseado em um mito de criação dos índios brasileiros, esta animação nos leva à idade dos sonhos, onde os objetos tinham vida e onde a noite vivia aprisionada em um coco.

O nordestino e o toque de sua lamparina (de Ítalo Maia - Brasil (CE), 1998, fic, cor, 8 min.)

O filme retrata a vida sofrida do sertanejo do Brasil, mostrando seus sonhos, fantasias e criatividade ao encontrar uma lamparina mágica.

O tamanho que não cai bem (de Tadao Miaqui e os alunos da escola Almirante Álvaro Alberto da Mota e Silva - Brasil (RS), 2001, fic, cor, 9 min.)

O que acontece quando um anão se apaixona por uma mulher gigante? Muita coisa, provando que na paixão não existem tamanhos.

  

Dia 23, quarta-feira

Tema: Literatura, pintura e teatro no cinema

Portinholas (de 150 alunos da rede municipal de ensino fundamental de Vitória - Brasil (ES), 2003, fic, cor, 7 min.)

Maria Luiza, uma adolescente de 14 anos, descobre no livro "Portinholas" e nos quadros de Portinari o encantamento da vida e do mundo da arte.

Cavalinho azul (de Eduardo Escorel - Brasil (RJ), 1984, fic, cor, 94 min.)

Um menino chamado Vicente tinha um cavalo. Para seus pais, um velho pangaré marrom, bem feio e magro, mas para Vicente, um lindo cavalo azul. Passando dificuldades, os pais vendem o pangaré para comprar mantimentos e recuperar ser cavalinho azul é a missão e a aventura de Vicente.

  

 

Anexo do Museu da Inconfidência – Ouro Preto – 16h

 

Dia 15, terça-feira

Tema: Animações

Alma carioca - um choro de menino (de William Côgo - Brasil (RJ), 2002, fic, cor, 5 min.)

Um menino que vive na zona portuária do Rio na década de 20 e testemunha o surgimento do Choro, quando encontra os grandes mestres pioneiros deste estilo musical puramente carioca.

Disfarce explosivo (de Mário Galindo - Brasil (SP), 2000, fic, cor, 7 min.)

Juca Piau cria galinhas em seu pequeno sítio para vender na vila próxima. Um dia, duas delas se recusam ser vendidas usando vários disfarces para enganar o dono.

Historietas assombradas (para crianças malcriadas) (de Victor-Hugo Borges - Brasil (SP), 2005, fic, cor, 15 min.)

Três histórias que sua avó não contou, senão você ia fazer xixi na cama.

Isabel e o cachorro flautista (de Christian Saghaard - Brasil (SP), 2004, fic, cor, 14 min.)

Isabel mora na praia e tem uma ligação especial com o mar. No dia da festa de Iemanjá, um cachorro pega a flauta de Isabel e foge, iniciando uma aventura no fundo do mar.

Mitos do Mondo: como surgiu a noite? (de Andrés Lieban - Brasil (RJ), 2005, fic, cor, 6 min.)

Baseado em um mito de criação dos índios brasileiros, esta animação nos leva à idade dos sonhos, onde os objetos tinham vida e onde a noite vivia aprisionada em um coco.

O nordestino e o toque de sua lamparina (de Ítalo Maia - Brasil (CE), 1998, fic, cor, 8 min.)

O filme retrata a vida sofrida do sertanejo do Brasil, mostrando seus sonhos, fantasias e criatividade ao encontrar uma lamparina mágica.

O tamanho que não cai bem (de Tadao Miaqui e os alunos da escola Almirante Álvaro Alberto da Mota e Silva - Brasil (RS), 2001, fic, cor, 9 min.)

O que acontece quando um anão se apaixona por uma mulher gigante? Muita coisa, provando que na paixão não existem tamanhos.

 

Dia 16, quarta-feira

Tema: Crianças e adolescentes protagonistas

Caçadores de saci (de Sofia Frederico - Brasil (BA), 2005, fic, cor, 13 min.)

A chácara da pacata família de Onofre vem sendo assombrada por saci e para resgatar a tranqüilidade, Onofre resolve contratar os serviços do maior caçador de sacis do sertão.

Dona Cristina perdeu a memória (de Ana Luiza Azevedo - Brasil (RS), 2002, fic, cor, 13 min.)

Um menino de 8 anos descobre que sua vizinha de 80 sempre conta histórias diferentes sobre a sua vida, seus parentes e os santos do dia. Então acredita que pode ajudá-la a recuperar a memória.

Maré capoeira (de Paola Leblanc - Brasil (RJ), 2005, doc, cor, 15 min.)

Maré é um menino de dez anos que sonha ser mestre de capoeira como seu pai, dando continuidade a uma tradição familiar que atravessa várias gerações.

Paisagem de meninos (de Fernando Severo - Brasil (PR), 2003, fic, cor, 25 min.)

Numa cidade do interior do Brasil, nos anos 30, cinco meninos tentam superar um grande obstáculo que pode impedi-los de assistir ao último capítulo do seriado de aventuras preferido, ansiosamente aguardado durante semanas.

  

Dia 17, quinta-feira

Tema: Literatura, pintura e teatro no cinema

Portinholas (de 150 alunos da rede municipal de ensino fundamental de Vitória - Brasil (ES), 2003, fic, cor, 7 min.)

Maria Luiza, uma adolescente de 14 anos, descobre no livro "Portinholas" e nos quadros de Portinari o encantamento da vida e do mundo da arte.

Cavalinho azul (de Eduardo Escorel - Brasil (RJ), 1984, fic, cor, 94 min.)

Um menino chamado Vicente tinha um cavalo. Para seus pais, um velho pangaré marrom, bem feio e magro, mas para Vicente, um lindo cavalo azul. Passando dificuldades, os pais vendem o pangaré para comprar mantimentos e recuperar ser cavalinho azul é a missão e a aventura de Vicente.

 

 

 

Mostra: Extensão forumdoc.mg

Esta mostra é composta de alguns filmes que integraram as competitivas nacional e internacional em diferentes edições do forumdoc.bh, o festival do filme documentário e etnográfico que acontece anualmente em Belo Horizonte. As obras selecionadas apresentam um panorama de questões contemporâneas registradas por documentaristas de vários continentes. Dentro da mostra há também outros dois documentários realizados por membros da Associação Filmes de Quintal.

 

Cine-Teatro Vila Rica – Ouro Preto – 17h

 

Dia 14, segunda-feira

Nos olhos de Mariquinha (de Cláudia Mesquita e Júnia Torres - Brasil, 2008, doc, cor, 80 min.)

Tendo como fio da narrativa e personagem central uma antiga moradora da Vila Nossa Senhora de Fátima, uma das comunidades que compõem a Favela da Serra em Belo Horizonte, o documentário traça o perfil dessa senhora que traz consigo a história desse espaço desde os primeiros anos de sua ocupação. (Sessão Filmes de Quintal)

Seguido de debate com os convidados: Cláudia Mesquita, Júnia Torres, Pedro Portela e Frederico Sabino. Mediadora: Imaculada Kangussu

 

Dia 15, terça-feira

Anuncie aqui (de Sem Rosto - Brasil, 2005, doc, cor, 22 min.)

Afogados num mundo de anúncios, alguns poucos indivíduos anônimos ainda tentam respirar e imprimir na rua suas idéias, seus desejos e suas vontades. Com uma narrativa que privilegia a visão dos interventores, o vídeo discute o uso do espaço público de BH, que, cada vez mais, tem seu "belo" horizonte estuprado pela publicidade.

Memórias e improvisos de um tipógrafo partideiro (de Pedro Portella - Brasil, 2007, doc, cor, 52 min.)

Letra por letra, Zé do Monte passa os dias catando palavras. Tipógrafo há mais de 30 anos, esse é o ofício que ele luta para preservar. Além de trabalhar com as minúsculas fontes de metal, ele sempre colheu versos nas rodas de partido-alto. (Sessão Filmes de Quintal)

 

 

 

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